Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

Once we were young™ (ou: Coisas que não me habituo a dizer)

Sempre que me refiro a televisões ou ecrãs LCD foge-me a boca para o raio do LSD.
Chiça! E eu que até nem fui dessas coisas!

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 23:33
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Eu hoje vou deitar-me assim...

Na foto: Penelope Cruz/ © Foto: ?

Ninguém é insubstituível [Meu Amor].
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:23
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Uma ASAE mais pedagógica e menos militar

É indiscutível a necessidade de uma entidade que regule o sector alimentar e a actividade económica. É, sim, discutível a forma como essa entidade actua e os limites da sua intervenção. O mal começa logo pela designação – “autoridade” – a fazer lembrar "apitos e ordens" ao estilo do caricato polícia dos desenhos animados do Noddy e da sua célebre frase: “Parados, em nome da lei!”.
Evidentemente que a falta de higiene na restauração ou o abuso dos direitos de autor, entre tantas outras coisas, têm de ser corrigidos. Isso não é questionável sequer. O que me parece exagerado, chocante até, é que essa entidade receba treino militar e actue encapuçada como se lidasse com os maiores terroristas à face da terra.
Só quem não conhece a realidade empresarial portuguesa pode pensar que os empresários nacionais (a sua grande maioria, pequenos e médios) são indivíduos preparados, cultos, informados. A maior parte deles mal sabe ler, quanto mais interpretar uma lei! A economia nacional move-se à custa de “self-made men” que corajosamente arriscaram o seu capital para abrirem a lojinha na esquina ou o cafezito do bairro. Os mais aventureiros, a fábricazeca. Não sabem o que é um balanço, um relatório de contas, nem percebem de recursos humanos ou de higiene e segurança no trabalho. Não pensem que com isto os estou a desresponsabilizar na parte por que devem ser punidos, se tal for o caso. Nada disso. Apenas quero chamar a atenção para a realidade que temos. Chamem-lhe medíocre se quiserem, mas é o que há.
Fechar metade dos cafés existentes no país (como se ouve, para aí, dizer o inspector da ASAE) parece-me assustador para uma economia já por si periclitante. Atulhar os já atulhados tribunais com processos a que não vão conseguir dar vazão, parece-me desastroso.
Por isso, parece-me muito mais correcta uma actuação da ASAE mais pedagógica, mais tecnicamente preparada, menos militarmente apetrechada, a fim de elucidar (quem sabe, até formar) e não simplesmente punir, os agentes económicos.

[Postado aqui]
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:38
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Percebes, agora, porque é que eu não me importo de ter asas?

Na foto:Karolina Kurkova/ © Foto: ?
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:05
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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Nem tu imaginas quanto!

Gosto de ti. Da maturidade das tuas mãos experientes noutros corpos. Da experiência do teu corpo maduro noutras vidas. Gosto do teu sorriso franco da franqueza da tua felicidade. Das falhas no teu cabelo claro da claridade das tuas falhas. Gosto da tua honestidade. Do teu cheiro, da tua voz. Do desejo que despertas em mim.
Gosto de ti [
Meu Amor] e tu nem imaginas quanto!
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:13
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Eu hoje vou deitar-me assim...

Na foto: Nicole Kidman

Ao teu lado, Meu Amor.
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:00
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Na Caixinha de Música

Leonard Cohen - I` m your man

If you want a lover
I'll do anything you ask me to
And if you want another kind of love
I'll wear a mask for you
If you want a partner
Take my hand
Or if you want to strike me down in anger
Here I stand
I'm your man

If you want a boxer
I will step into the ring for you
And if you want a doctor
I'll examine every inch of you
If you want a driver
Climb inside
Or if you want to take me for a ride
You know you can
I'm your man
...
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 03:39
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Percebes, agora, porque é que eu não me importo de ter asas?


Victoria's Secret Angels in Venice
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:15
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Simão, o Convencido (ou será o Humorista?)

Personagens:
• Simão (7 anos)
• Eu

Cenário:
Com o manuscrito das suas histórias na mão (sim, ficam a saber que vai haver livro), eu lamento em voz alta:

Acção:
– E quando cresceres, quando fores um adolescente insuportável e sem piada ou um adulto sério e cinzentão… já não vou conseguir escrever nada sobre ti?!
Ao que ele responde, de sorriso snob e humor refinado:
– Não te preocupes. Um homem nunca muda. Nunca muda assim.
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:59
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O cinismo da realidade

À meia-noite [no dia 31 de Dezembro], quando trocávamos brindes, alguém amigo me desejou saúde e fortuna e sublinhou os seus votos com a seguinte ironia: “Mais vale rico e com saudinha, do que pobrezinho e doente.”.
Nada mais verdadeiro do que o cinismo da realidade.

[Repost daqui]
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:15
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Numa banca perto de si

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 03:27
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Ensaio sobre a Crítica

A crítica deve servir estes propósitos: mostrar ao autor porque razão o seu trabalho agradou ou desagradou ao crítico; levar os leitores da mesma a reflectirem sobre o trabalho do autor depois de terem lido a análise feita pelo crítico. Ora, para estes dois propósitos, é necessário que o crítico explicite os seus raciocínios, seja claro, utilize argumentos plausíveis e compreensíveis por os dois intervenientes referidos atrás. Não basta dizer que não se gosta porque é horrível ou que se adora porque é bestial. É necessário – repito – explicitar e argumentar. Esta preciosa dialéctica autor/ público (o crítico não deixa de ser também ele público) deve conduzir – e este sim, acredito ser o papel mais importante da crítica – a um aperfeiçoamento do trabalho do autor. A opinião dos outros, quando fundamentada e inteligível, é importante e conduz a uma evolução crucial do pensamento.
Ora, para que isto aconteça, o tom da mesma deve ser o certo. Caso contrário corre o risco de parecer uma acusação ou um insulto. Uma agressão pessoal. E isto, dependendo do autor visado, pode conduzir ao processo inverso ao ideal acima mencionado, entrando-se num combate violento de verborreia gratuita, em nada contributivo para o desenvolvimento das ideias.
Só mais uma nota: a crítica deve ser sempre – mas mesmo sempre – assinada. O autor deve sistematicamente saber quem a ele se dirige. Uma crítica anónima é uma opinião covarde, provocadora e por isso destituída de sentido.

[Postado aqui]
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 03:19
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Percebes, agora, porque é que eu não me importo de ter asas?*

Na foto:Marisa Miller/ © Foto: ?

É na Noite de Reis que em alguns países se dão os presentes.

*Especial de Natal
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 03:09
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Simão, e a Imaginação

Personagens:
• Simão (7 anos)
• Eu

Cenário:
Durante a noite, não conseguindo dormir, o Simão vem deitar-se ao meu lado.
Explica-me, assim, as suas apreensões:

Acção:
– Sabes, não é do escuro que eu tenho medo. Eu tenho medo é da minha imaginação!...
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:13
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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008

O Insustentável Peso da Criatividade



Engana-se aquele que julga ser fácil viver no Mundo da Lua. São demasiados os espaços em branco à mercê da prolífera, e tantas vezes temível, imaginação do criativo.
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 05:11
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