Sábado, 2 de Fevereiro de 2008

Animem-se, afinal, não é sempre a decrescer!

Há dias li um artigo que me surpreendeu. Este dizia que cientistas constataram que os níveis de felicidade têm a forma, curva, de um U, com o ponto mais alto no início e final da vida, e o mais baixo na meia-idade. Ora, se para mim os dois primeiros pareciam evidentes, já o terceiro deixou-me estupefacta. Sempre imaginei que fosse sempre a decrescer! Nunca pensei que à medida que nos aproximamos da morte, com artroses e limitações por todo o lado (sim, porque com essa idade todos as temos, por melhor que seja o nosso estado), nos pudéssemos sentir mais felizes do que em pleno auge da vida: aos 40!
Os autores deste estudo, os professores Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, e David Blanchflower, do Dartmouth College, consideram que o efeito da curva em U tem origem no interior dos seres humanos, já que encontraram sinais de depressão no meio da vida em todos os géneros de pessoas, de todos os países estudados, em todos os estratos sociais, independentemente de serem homens ou mulheres, de terem filhos ou não, de serem ricos ou pobres, de terem vivido situações de divórcio, mudanças de emprego ou alteração de rendimento, e que ninguém sabe a causa desta ocorrência. Algumas pessoas podem sofrer mais do que outras, mas, garantem, todas passam por este processo.
Afirmam, ainda, que só quando se chega perto dos 50 anos é que a maioria das pessoas deixa de ser susceptível à depressão, e que mais tarde, perto dos 70, mantendo-se física e psicologicamente saudáveis, as pessoas podem, em geral, sentir-se tão felizes como aos 20 anos. Ora, ainda bem que assim é!

[Postado aqui]
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 20:50
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