Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

O (des)Embate (4)

– E Pára-pente? – sugeriu ele, por fim, percebendo-a. – Liberta-se montes de adrenalina, a aterragem é suave e dá para planar pelo céu, numa sensação fantástica de liberdade, como tu gostas…
Ela não respondeu, mas ele pôde ver rasgar-se na sua face, de um lado ao outro, um sorriso enorme, de satisfação.
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:35
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4 comentários:
De Paulo Reis a 11 de Setembro de 2007
Pois é! Parapente é algo que até as fadas gostariam esperimentar :-) Sou leitor do teu blog e divirto-me com o que escreves! A minha paixão na vida é voar como os pássaros e utilizo o meu Parapente para o fazer. Sou instrutor e já contribuí para a realização do sonho de voar de muitas pessoas. Actualmente não dou instrução e voo apenas por prazer! Se quiseres realizar o teu sonho, estou disposto a levar-te a fazer (gratuitamente) um baptismo de voo na zona de Lisboa num parapente bi-lugar. A minha oferta é desprovida de qualquer espécie de interesse e serve apenas para poder sentir o prazer de ver o teu sonho realizado!

Bons sonhos...

Paulo Reis
De Anónimo a 11 de Setembro de 2007
Como em tudo, voar é óptimo, em muitas alturas (e alturas). Mas ter os pés bem assentes na terra só é mau para as aves...
Vai, voa linda princesa!
Alan
De Anónimo a 11 de Setembro de 2007
E eu que pensava que as fadas não precisavam de Pára-quedas nem de Pára-pente para voar!...
De Eterna Descontente a 12 de Setembro de 2007
Paulo: muito obrigada pelo seu convite. Vou responder a este seu comentário em post: ele merece! :-)

Alan: O pior é se voo como os morcegos: baixo, sem graça e às turras às coisas. Pior, com uma data de espectadores a dizer: prendam-na numa gaiola! ;-)

Anónimo: ah!, e não precisam: basta-lhes a imaginação!

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