Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016

Sobre a dor

Paradoxalmente, existem momentos em que a dor nos consola.

Certos estados de dor invadem-nos como uma espécie de torpor anestésico, uma espécie de coma emocional induzido pelo sofrimento. Na antítese estará, talvez, o chorar de felicidade.
 

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 06:35
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Verdades [quase] Absolutas

"E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida."

[Chico Buarque in "Leite Derramado"]

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 06:33
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A Insustentável Fragilidade da Vida.

Mais uma noite na urgência de um hospital para me relembrar que começamos a vida frágeis, a chorar, dependentes do pai e da mãe e acabamo-la da mesma forma: uns velhinhos indefesos aterrorizados, com medo da solidão e da morte, a chamar pelos pais. (25.07.2012)

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 06:31
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Verdades [quase] Absolutas

"O verdadeiro amor é como a aparição dos espíritos: toda a gente fala dele, mas poucos o viram."

François La Rochefoucauld

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 06:27
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Terça-feira, 2 de Agosto de 2016

Sobre o Caminho

Há 19 anos foi [surpreendentemente] um dos dias mais felizes da minha vida. Repetia tudo outra vez, mudando apenas a minha capacidade de tolerância, assertividade, empatia e compreensão. Chegamos, definitivamente, mais sábios à meia idade. Pena não podermos voltar atrás e mudar as coisas com os conhecimentos e ferramentas emocionais que temos agora.

 

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 21:15
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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016

O amor é para os tolos

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:19
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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2016

Da série "E logo eu que nem tive filhos, porra!"

Hoje passei a noite na rua, ao frio, às voltas com uma cadela que se tentava a custo purgar com o escasso verde que brota no cimento das ruas contíguas à minha, emitindo estranhos sons, esboços de vómitos, regurgitações. Fiz-lhe massagens, disse-lhe palavras ternas, só faltou segurar-lhe a testa para se poder inclinar para a frente, como fazem as mães aos filhos. Cansada(s), regressámos a casa. Sentei-me no chão do hall da entrada e encorajei o encorajável: que me vomitasse a casa. Depois de muito esforço, lá conseguiu. E eu, com o meu lar conspurcado, verbalizei também o impensável: "Linda, a Kika é linda!". A tarefa estava terminada para ela que, tranquila, se foi deitar no ninho, para só acordar hoje já o dia tardava, com o costumeiro apetite devorador. A mim coube-me a outra parte, a mais difícil, e de sacos de plástico enfiados até aos cotovelos iniciei a empreitada. Quando no meio daquilo tudo me deparei com uma tampinha amarela e um caroço de pêssego, passei-me. Conferi cada frasco cá de casa... nada. Nem um sem tampa. Também na fruteira faz tempo que não constam esses frutos. Palavra de honra que não sei onde ela vai buscar aquilo! Só sei que hoje, lá para as quatro e meia da manhã, lhe vou despejar um pacote de leite de soja no ninho. Olécas!

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 21:22
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Sábado, 26 de Dezembro de 2015

Da série "Verdades [mais do que] absolutas"

Os bêbados são uns egoístas: fazem a "festa" deles e estragam a dos outros.

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 01:00
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015

Sobre o Caminho

Passamos a primeira metade da nossa vida a sofrermos pelas dores na alma infligidas pelos conflitos relacionais e a outra metade, pelas dores físicas provocadas pelas falhas do nosso corpo. Ah, felizes aqueles que acreditam na vida eterna e no paraíso para além da morte. Torna tudo tão mais fácil!

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:40
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

Sobre os homens

A característica que mais detesto num homem é a promiscuidade. O abanar de cauda, com a língua de fora a qualquer rabo de saias, seja manicura ou doutora. O baixar de calças em qualquer alcova, com a testosterona a falar tão alto, incapaz de o fazer distinguir o trigo do joio. Pena é que o género masculino não entenda este conceito como eu, e que uma catrefada de lambisgóias no curriculum seja desvalorizada e vista apenas como um desovar sem importância.

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:35
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

So true, so true, so true!

Os homens nunca dizem: 'Já não gosto.' Dizem: 'O problema não está em ti, está em mim. Preciso de pensar, preciso de espaço...'. (... ) Os homens nunca o dizem porque querem que a mulher fique de reserva.”― António Lobo Antunes

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 20:08
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Que género estranho este, apre!

Jamais compreenderei os homens: no outro dia contava-me um que não falava com os 3 filhos, mas, em contrapartida, fazia "carretos" a ir buscar à escola os netos da actual companheira. E são vários os casos que conheço daqueles que se divorciam das mulheres e, consecutivamente, dos filhos. Que género estranho este, apre!

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 20:02
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Era alguém que me dissesse isto...

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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 19:56
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Ai, não aguentam, não!

Já há alguns meses vive na minha rua um casal dentro de um carro. Vivem na Foz dentro de um carro. São, talvez, ligeiramente mais novos do que eu e têm bom aspecto. Lembro-me que, quando me apercebi, me assaltou de imediato a ideia de pobreza envergonhada. Imagino-os a dormirem ali e de manhã a irem tomar banho a um qualquer balneário e a continuarem o dia num emprego precário ou à procura dele. Durante o dia nunca estão. Nem eles, nem o carro.

Não sei como ajudar, se os devo, sequer, abordar, se querem a minha ajuda. Sei que, a serem verdade as minhas suspeitas, não quero um país assim. Não quero um país onde as pessoas perdem as casas e a esperança.

Por outro lado, o desenvolvimento e a modernização das cidades e da sociedade, com todas as suas vantagens, agravam ainda mais a situação em tempo de crise: a desestruturação dos laços familiares faz com que a tia x já não se sinta responsável pelo sobrinho y; que o sobrinho y já não vá valer ao irmão z.

Hoje, quando passei junto ao carro, ela dormia encostada a ele com uma mão abandonada perto dos seus cabelos, em tom de carícia. “Felizmente, têm-se um ao outro”, pensei. Cobria-os a manta do costume: um xadrez britânico áspero bege e preto tapa-lhes a desgraça.

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 02:09
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Segunda-feira, 31 de Março de 2014

I don't believe in many things... but in you, I do!

Sempre que me despeço, repito-lho vezes sem conta o quanto gosto dela e quanta falta me faz. Quero que não duvide por um segundo, um dia que parta ‒ espero que ainda daqui a muito tempo ‒ do meu amor por si.

 

publicado por Sofia Bragança Buchholz às 18:22
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Nome: Eterna Descontente
Local: Lua, Mundo da Lua
eternadescontente@gmail.com

O meu alter-ego:
Sofia Bragança Buchholz

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